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	<title>e-Crônicas &#187; Livros que já li</title>
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	<description>Textos rápidos para pessoas apressadas</description>
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		<title>A Companhia &#8211; Max Barry</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 15:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros que já li]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo corporativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Você trabalha em uma grande (ou nem tanto) empresa?Você já desconfiou que as pesquisas de satisfação podem ser usadas para identificar os funcionários descontentes e puní-los?Você já teve a impressão que recepcionistas e secretárias tem mais poder do que seus cargos poderiam sugerir?Você sabe o que sua empresa realmente faz?Se alguma destas questões já passou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você trabalha em uma grande (ou nem tanto) empresa?<br />Você já desconfiou que as pesquisas de satisfação podem ser usadas para identificar os funcionários descontentes e puní-los?<br />Você já teve a impressão que recepcionistas e secretárias tem mais poder do que seus cargos poderiam sugerir?<br />Você sabe o que sua empresa <u>realmente </u>faz?<br />Se alguma destas questões já passou pela sua mente, você está preparado para “A Companhia”.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21351692&amp;ST=SE&amp;franq=250784"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="244" alt="acompanhia" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/08/acompanhia.jpg" width="244" border="0"></a> <span id="more-126"></span><script type="text/javascript"><!--
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</script>
<p>Neste livro acompanhamos o início da carreira de Stephen Jones, recém formado que consegue um emprego na Zephyr Holdings e, após o curto entusiasmo inicial, começa a se fazer perguntas que aparentemente ninguém mais faz: onde está o CEO da empresa? Por que ela parece estar constantemente sofrendo reorganizações? O que a Zephyr <u><em>faz</em></u>?<br />Estes mistérios irão levar Jones a investigar a verdadeira natureza da Zephyr e a descobertas surpreendentes.<br />Apesar deste enredo poder sugerir um thriller sufocante como &#8220;A Firma&#8221; de John Grisham, tudo é tratado com&nbsp; leveza e comédia.<br />Max Barry recria situações conhecidas por qualquer um que trabalhe em uma grande empresa para criar um clima de familiaridade e depois mostrar o quão são estranhas certas situações e comportamentos quando olhadas pelo lado de fora. Estão lá: as pequenas (e às vezes ridículas) disputas de poder, a constante dúvida sobre qual é o verdadeiro papel da diretoria, a permanente ameaça de que uma reestruturação leve embora seu emprego, as mudanças constantes e as políticas inexplicáveis. Quem já passou por algo assim não conseguirá reprimir um sorriso ao percorrer algumas passagens.<br />Tudo soa tão familiar que ao final do livro você estará se fazendo as mesmas perguntas que Jones: Será que eu realmente sei o que minha empresa <u><em>faz</em></u>?</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=250784"><img height="60" src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" width="468" border="0"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e63a83e7-8cc1-4b4e-9576-442c31dddcdc" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Max%20Barry" rel="tag">Max Barry</a>,<a href="http://technorati.com/tags/A%20companhia" rel="tag">A companhia</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Mundo%20corporativo" rel="tag">Mundo corporativo</a></div>
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		<title>300 + 300 + 300</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 02:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros que já li]]></category>

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		<description><![CDATA[A época do O Oscar já passou, mas ainda dá tempo de relembrar os bons filmes de 2007.Um dos melhores filmes pipoca em minha opinião foi 300, que foi injustamente tachado de “fascista” por muitos críticos na época de seu lançamento e foi responsável pela frase &#8220;This is Sparta!&#8221; ter se tornado um dos chavões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A época do O Oscar já passou, mas ainda dá tempo de relembrar os bons filmes de 2007.Um dos melhores filmes pipoca em minha opinião foi <strong>300</strong>, que foi injustamente tachado de “fascista” por muitos críticos na época de seu lançamento e foi responsável pela frase &#8220;This is Sparta!&#8221; ter se tornado um dos chavões de 2007.A história trata da Batalha das Termópilas, onde os soldados espartanos enfrentaram a invasão de um exército Persa muitas vezes mais numeroso e resistiram até o último homem.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=6&amp;ProdId=1956283&amp;ST=SE &amp;franq=250784"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/03/300dvd.jpg" border="0" alt="300dvd" width="159" height="244" /></a></p>
<p><span id="more-109"></span><br />
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</script> Aí entra minha birra com o “fascista” que os nossos amigos críticos rotularam o filme. A diferença é que os espartanos não se importavam em morrer por sua causa, já os fascistas não se importavam em matar pelas deles. Quando se trata de matar os outros é muito fácil encontrar “istas” dispostos a fazê-los: fascistas, nazistas, comunistas, socialistas, etc. Mas quando se trata de marchar para a morte certa, para defender as suas crenças, em nome do dever ou da honra, a lista é bem mais curta.A Batalha das Termópilas pode ter ajudado a determinar o que a civilização ocidental é hoje, democracia e tudo o mais. Fascismo e comunismo só serviram para matar civis no atacado.Bom, voltando ao filme&#8230;300 é uma adaptação quase quadro a quadro da HQ de mesmo nome, escrita e desenhada por Frank Miller, um dos autores mais cultuados do meio.Ambas as obras retratam o confronto entre o imenso exército persa invasor e a pequena força espartana liderada por um dos reis espartanos, Leônidas.O regime espartano tinha dois reis, mas isso não fica claro na abordagem de Miller, assim como muitos detalhes históricos são deixados de lado, tudo em prol de um maior impacto visual.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1862116&amp;ST=SE &amp;franq=250784"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/03/300hq.jpg" border="0" alt="300HQ" width="244" height="184" /></a></p>
<p>Os soldados espartanos não lutavam de calção de couro, mas com pesadas armaduras de bronze, por exemplo.Como o filme 300 é fiel à HQ ao extremo, as mesmas características são transplantadas.De certa forma, as duas obras servem de complemento uma à outra, mas quem se interessar realmente pelo assunto, deve recorrer a uma obra menos gráfica.Uma boa opção é o romance <strong>Portões de Fogo</strong>, de Steven Pressfield. O episódio central é o mesmo, a invasão persa na Grécia e a resistência dos espartanos, mas a profundidade é bem maior. A história é narrada para o Imperador Xerxes e sua corte por Xeones, um escravo espartano que estava presente na batalha e foi ferido e capturado pelos persas. Ao narrar a história de sua vida para o imperador e sua corte, temos um panorama da civilização grega e persa e é possível perceber o quanto é estúpido tentar associar “istas” a uma época em que mesmo entre as cidades estado gregas, a política externa se limitava a enviar exércitos quando para escravizar saquear cidades e escravizar a população sempre que a oportunidade surgisse. Nada de ONU por aqui.Xeones também vai ajudar a conhecermos a educação espartana, totalmente voltada unicamente para fins bélicos, o papel dos escravos, a importância da força física no combate, os preparativos para a guerra que todos sabiam ser inevitável e o medo (phobos) que esta perspectiva projetava sobre toda a Grécia.Para quem gosta de épicos, uma história para ser lida de uma vez só e entender o quanto evoluímos em alguns aspectos e em outros nem tanto.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=97287&amp;ST=SE &amp;franq=250784"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/03/portoes-de-fogo.jpg" border="0" alt="portoes de fogo" width="175" height="244" /></a></p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=250784"><img src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" border="0" alt="" width="468" height="60" /></a></p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:6e1a5012-f5da-4c56-be2f-f762a45b4772" class="wlWriterSmartContent" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Port%c3%b5es%20de%20Fogo">Portões de Fogo</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/300">300</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Esparta">Esparta</a></div>
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		<title>Cabe&#231;a Tubar&#227;o &#8211; Steven Hall</title>
		<link>http://www.ecronicas.com/2008/01/22/cabea-tubaro-steven-hall/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 02:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros que já li]]></category>

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		<description><![CDATA[Cabe&#231;a Tubar&#227;o &#233; um romance de fic&#231;&#227;o.    Acaba aqui a parte f&#225;cil da descri&#231;&#227;o deste livro.     Mesmo sendo um romance, com hist&#243;ria, personagens e tudo o mais, ele &#233; quase uma &#8220;experi&#234;ncia multim&#237;dia&#8221;.
 


Al&#233;m da narrativa em si, desempenham papel importante na condu&#231;&#227;o do enredo a pr&#243;pria tipografia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cabe&#231;a Tubar&#227;o &#233; um romance de fic&#231;&#227;o.    <br />Acaba aqui a parte f&#225;cil da descri&#231;&#227;o deste livro.     <br />Mesmo sendo um romance, com hist&#243;ria, personagens e tudo o mais, ele &#233; quase uma &#8220;experi&#234;ncia multim&#237;dia&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21232190&amp;ST=SE&amp;franq=250784"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="244" alt="cabecatubarao" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/cabecatubarao.jpg" width="164" border="0" /></a> </p>
<p><span id="more-104"></span><br />
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<p>Al&#233;m da narrativa em si, desempenham papel importante na condu&#231;&#227;o do enredo a pr&#243;pria tipografia, com trechos que parecem <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/ASCII_art">ascii art</a> e outros onde as p&#225;ginas devem ser viradas para formar uma esp&#233;cie de desenho animado.     <br />Para se ter uma id&#233;ia do tipo de abordagem gr&#225;fica do livro, vale visitar os sites oficiais.     </p>
<p>Portugu&#234;s: <a href="http://www.cabecatubarao.com.br/">http://www.cabecatubarao.com.br/</a></p>
<p>Ingl&#234;s: <a href="http://rawsharktexts.com/">http://rawsharktexts.com/</a></p>
<p>Mas independente de toda a pirotecnia gr&#225;fica ele tem uma hist&#243;ria interessante.</p>
<p>Ela gira em torno de Eric Sanderson, que no in&#237;cio da hist&#243;ria acorda em sua casa, sem f&#244;lego e sem a maior parte de suas mem&#243;rias.</p>
<p>Ele encontra uma carta, aparentemente escrita por ele mesmo que o instrui a procurar a Dra. Randle. Ela explicar&#225; para o Eric Sanderson desmemoriado que ele sofre de uma forma de perda de mem&#243;ria (amn&#233;sia dissociativa) provocada por um trauma: a sua namorada faleceu enquanto eles passavam f&#233;rias na Gr&#233;cia (a hist&#243;ria se passa na Inglaterra).</p>
<p>No decorrer de seu tratamento, Eric ir&#225; receber mais cartas de si mesmo, alertando que sua condi&#231;&#227;o n&#227;o &#233; uma doen&#231;a: ele est&#225; sendo perseguido por um ludov&#237;cio, um tubar&#227;o conceitual que est&#225; devorando suas mem&#243;rias.</p>
<p>A partir da&#237; ele ir&#225; empreender uma jornada para tentar recuperar sua mente, enfrentar seus inimigos e descobrir a verdade sobre seu passado em um enredo cada vez mais complexo e surpreendente.</p>
<p>A hist&#243;ria admite diversas interpreta&#231;&#245;es do que est&#225; ocorrendo com Eric Sanderon: ele tem uma doen&#231;a mental? Ele realmente est&#225; sendo perseguido por uma criatura? Ele est&#225; em algum tipo de purgat&#243;rio? Este &#233; o tipo de hist&#243;ria que deixa com mais d&#250;vidas do que respostas ao final da leitura, e com certeza n&#227;o &#233; o tipo de leitura que agrada a qualquer um.</p>
<p>Parte do mist&#233;rio do livro talvez seja explicado pelo seu t&#237;tulo original: &#8220;The Raw Shark Texts&#8221;&#160; (&#8220;os textos do tubar&#227;o cru&#8221;), que n&#227;o faz muito sentido, mas &#8220;Raw Shark&#8221; tem quase a mesma pron&#250;ncia de Rorschach (obrigado <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1682181&amp;ST=SR&amp;franq=250784">Alan Moore</a>!), o nome dado ao famoso teste da mancha de tinta. Neste tipo de teste, um psic&#243;logo exibe manchas aparentemente aleat&#243;rias para que o paciente diga o que consegue &#8220;enxergar&#8221;.</p>
<p>O livro tem esta caracter&#237;stica, podemos v&#234;-lo como suspense, hist&#243;ria de amor, fic&#231;&#227;o cient&#237;fica, aventura e outras formas que talvez eu n&#227;o tenha enxergado. Talvez pessoas diferentes enxerguem coisas diferentes nele.</p>
<p>Recomendado para quem gosta de enredos diferentes e n&#227;o se incomoda de ficar pensando na hist&#243;ria depois do final do livro. </p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=250784"><img height="60" src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" width="468" border="0" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:8d50261b-b3d5-4536-acb5-9ef17a1606ae" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/livro" rel="tag">livro</a>,<a href="http://technorati.com/tags/resenha" rel="tag">resenha</a>,<a href="http://technorati.com/tags/raw%20shark" rel="tag">raw shark</a>,<a href="http://technorati.com/tags/fic%c3%a7%c3%a3o" rel="tag">fic&#231;&#227;o</a></div>
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		<item>
		<title>Sobre o Islã &#8211; Ali Kamel</title>
		<link>http://www.ecronicas.com/2008/01/01/sobre-o-isla-ali-kamel/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 19:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros que já li]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre o Islã é um livro de opinião.
Escrito pelo jornalista Ali Kamel, diretor de jornalismo da Rede Globo, é um livro cujo principal objetivo é desmistificar o islamismo.
Todos os dias ouvimos notícias sobre sunitas, xiitas e fundamentalistas, mas quem se dá ao trabalho de explicar os termos e sua origem?




O livro de Kamel tem como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">Sobre o Islã é um livro de opinião.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">Escrito pelo jornalista Ali Kamel, diretor de jornalismo da Rede Globo, é um livro cujo principal objetivo é desmistificar o islamismo.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">Todos os dias ouvimos notícias sobre sunitas, xiitas e fundamentalistas, mas quem se dá ao trabalho de explicar os termos e sua origem?</span></span></p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1974740&amp;ST=SR&amp;franq=250784"><img src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/sobreoisla-tn.jpg" title="SobreoIsla.jpg" height="200" width="151" alt="SobreoIsla.jpg" id="urn:zoundry:jid:SobreoIsla.jpg"/></a></p>
<p>
<span id="more-91"></span></p>
<p><!--adsense--></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">O livro de Kamel tem como subtítulo &#8220;A afinidade entre muçulmanos, judeus e cristãos e as origens do terrorismo&#8221;, o que é praticamente a linha mestra da obra, que é seguida de forma bastante didática em cinco partes distintas.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">A primeira parte ilustra não as diferenças, mas as semelhanças entre o islamismo, o judaísmo e o cristianismo. Sim, elas existem, Abraão e Moisés, por exemplo, são personagens importantes nos textos das três religiões. Jesus é reconhecido pelo islamismo como um profeta.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">A segunda explica a divisão entre xiitas e sunitas, a principal entre as muitas que o Islã possui. Para quem acha que isto é um problema exclusivo do islamismo, lembre-se das divisões do cristianismo: católicos, protestantes, ortodoxos e tudo o mais que existe no meio e além.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">A terceira parte tenta contrapor a imagem do islamismo como uma religião violenta e opressiva contra as mulheres. É claro que existem trechos do Corão que incitam a violência, assim como na Bíblia, mas nos dois casos, será que eles são a maioria ou a minoria? Será que os <a href="http://www.carloscardoso.com/2007/12/24/deus-odeia-o-mundo/">extremistas cristãos dos EUA</a> são menos assustadores que os islâmicos? Ou quando se trata de extremistas todos se parecem?</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">A quarta parte traça a história do terrorismo, desde a época das cruzadas, passando pelo século XIX até os dias de hoje. O terrorismo não é novidade na história, nem o é o terrorismo islâmico, mas será que o termo &#8220;fundamentalista&#8221; é aplicado corretamente? Será que o termo &#8220;totalitarista&#8221; seria melhor aplicado?</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">A última parte tenta dissipar os mitos que cobrem o conflito do Iraque. É claro que a maioria das pessoas prefere acreditar que a Guerra no Iraque é uma grande conspiração maligna e que George Bush tem intenções ocultas. Nesta parte Ali Kamel rema contra a maré e tenta mostrar que talvez existissem motivos para supor que o Iraque de Saddam era uma ameaça. Mas como diria <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1518851&amp;franq=250784">Dan Brown</a>, todo mundo adora uma conspiração.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">É claro que em um livro de cerca de 300 páginas não cabem estudos em profundidade acadêmica sobre estes temas. Cada uma das partes do livro poderia dar origem a volumes e volumes de estudos especializados.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">O trabalho de Ali Kamel não tem a pretensão de ser a obra definitiva sobre os assuntos abordados, mas é refrescante que alguém se dê ao trabalho de tentar lançar luz sobre assuntos onde a maioria das pessoas prefere alimentar noções pré-concebidas e mistificações.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">É um ótimo livro para quem pretende conhecer um pouco mais sobre o mundo árabe e os seus dilemas atuais, que no final das contas, acabam afetando todos nós.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri"><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=250784"><img width="468" height="60" border="0" src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg"/></a></span></span></p>
<p><br/>
<p><br/></p>
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		<title>Next &#8211; Michael Crichton</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Oct 2007 04:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros que já li]]></category>

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		<description><![CDATA[Michael Crichton é autor de best sellers que viram filmes e vice versa.
Ele percorre estilos bem diversos, indo da ficção científica como em Linha do Tempo e Presa às intrigas corporativas, como em Revelação e Armadilha Aérea.
Em comum, os seus livros sempre trazem uma grande bagagem de pesquisa sobre o tema em questão, então não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Michael Crichton é autor de best sellers que viram filmes e vice versa.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Ele percorre estilos bem diversos, indo da ficção científica como em <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=95406&amp;ST=CM11845&amp;franq=250784">Linha do Tempo</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=209413&amp;ST=CM11845&amp;franq=250784">Presa</a> às intrigas corporativas, como em <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=57053&amp;ST=CM11845&amp;franq=250784">Revelação</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=6777&amp;ST=CM11845&amp;franq=250784">Armadilha Aérea</a>.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Em comum, os seus livros sempre trazem uma grande bagagem de pesquisa sobre o tema em questão, então não é incomum que seus personagens comecem a fazer palestras e recitar estatísticas no meio de um diálogo.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Às vezes funciona bem, como no caso de seu maior sucesso, Jurassic Park, ou O Parque dos Dinossauros, como ficou o título em português.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">E a mesma engenharia genética que serviu para criar os dinossauros volta à cena no novo livro do autor: <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1973152&amp;ST=SR&amp;franq=250784">Next</a>.</span></p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1973152&amp;ST=SR&amp;franq=250784"><img src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2007/10/next-tn.jpg" title="Next.jpg" alt="Next.jpg" id="urn:zoundry:jid:Next.jpg" height="200" width="126" /></a></p>
<p><span id="more-63"></span></p>
<p><!--adsense--></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Mas, infelizmente, mais do que 17 anos separam os dois livros.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Em 1990 Jurassic Park retratava a engenharia genética como algo distante e quase mágico, o que dava o pano de fundo para a mistura de correria, ação e terror que caracteriza o livro original e seus derivados.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">De lá para cá, as peripécias dos cientistas envolvidos com pesquisa genética ocupam o noticiário com freqüência. De ovelhas clonadas a porcos fosforescestes, nada mais é novidade.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Next foca mais nas conseqüências do uso deste tipo de tecnologia para a sociedade no presente e no futuro próximo e deixa a ação para o terço final do livro.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Muitas questões interessantes, são levantadas, como por exemplo se é correto que empresas possam solicitar a patente de genes e quais as conseqüências para as pessoas que possuem tais genes.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Para expor um panorama sobre as questões envolvendo a engenharia genética, o livro adota a estrutura de diversas linhas narrativas paralelas. São diversos personagens, cada um envolvido com seus problemas, desde o empresário inescrupuloso à advogada altruísta, passando pelos pesquisadores imprudentes.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Esta estrutura fragmentada ajuda a confundir a narrativa, pois poucos personagens ficam claramente definidos para o leitor. Os cientistas, por exemplo, são todos parecidos.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">A falta de ação também não empolga e os dois primeiros terços do livro acabam sendo bem arrastados.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Somente no terço final, quando algumas tramas e personagens convergem para uma mesmo foco narrativo e alguma ação dá as caras é que o livro consegue empolgar, mesmo assim por pouco tempo.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">No final das contas Next serve mais como um longo artigo sobre os dilemas éticos e morais da engenharia genética atual do que como a receita do próximo blockbuster de verão.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Michael Crichton deixa sua intenção ainda mais clara, ao escrever um posfácio panfletista sobre os erros cometidos pela engenharia genética no cenário atual. Ele tem opiniões sobre o assunto e não deixa nada nas entrelinhas.</span></p>
<p><span xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR">Se você tem algum interesse sobre engenharia genética no mundo real e suas implicações, mas não tem paciência de ler artigos científicos áridos, talvez Next seja uma boa escolha, e pode render matéria prima para algumas conversas interessantes. Se você está procurando uma continuação de Jurassic Park, continue procurando.</span></p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=250784"><img src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" border="0" height="60" width="468" /></a></p>
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